| Publicidade | Anuncie |
Guia de profissões Consulte o Orientador Testes de profissões Serviços Cursinhos Centros de orientação profissional
Melhores Universidades GE Enade
Enem Atualidades História Literatura Redação Geografia Simulados

Pesquise aqui 23.304 cursos em 1.907 escolas públicas e privadas
Experimente nossa busca avançada
Dê uma olhada rápida ao seu redor. Reparou quantos objetos são feitos de plástico? É cada vez maior a utilização desse material na indústria e, conseqüentemente, na nossa vida. Chamado de polímero, tem preço baixo, é resistente e pode ser moldado com facilidade. Por tudo isso, as indústrias têm investindo em pesquisas para tirar cada vez mais proveito de suas características. A novidade é um polímero biodegradável, que leva menos tempo para degradar do que o plástico comum. “A descoberta é recente, e o material ainda tem custo alto”, diz a professora Glória de Almeida Soares. “A necessidade de criar coisas novas e depois de barateá-las faz da engenharia de materiais uma área muito promissora”, analisa Glória.
A tendência de substituir peças de aço e vidro por plástico ocorre em todo o país. A Região Sudeste está um passo à frente. Lá, os engenheiros de materiais têm sido contratados não apenas pela indústria de transformação de materiais como também por empresas que desenvolvem peças, como a automotiva, a eletrônica e a de embalagens. O estado de Goiás, por sua vez, apresenta grande potencial de mercado para os próximos anos.
CERÂMICA E METAL
Apesar da ascensão do polímero, ainda há objetos que precisam do metal ou da cerâmica para ser fabricados. “Um prédio sem estruturas metálicas não pára em pé”, avalia Glória. Já a cerâmica é muito resistente a altas temperaturas. Depois de mil graus, ela não tem concorrente à altura. Especialista em tratar materiais, esse engenheiro vem encontrando outra brecha em ONGs que apostam no desenvolvimento de técnicas de reciclagem como meio de preservar o ambiente. E ninguém melhor que esse profissional para desempenhar a tarefa.
ESTRUTURAS DIFERENTES
A grade curricular do curso é semelhante à das outras engenharias. Porém, em uma parte das escolas, o curso é ministrado com o de engenharia metalúrgica. Em outras, começa como engenharia de materiais e no terceiro ano o aluno opta por uma das três ênfases: metal, cerâmica ou polímero.
Há casos em que são estudadas as três habilitações durante o curso. Independentemente da estrutura, todos têm embasamento teórico sólido. A base permite que o engenheiro acompanhe as mudanças tecnológicas. O estágio é obrigatório no quinto ano e algumas escolas pedem trabalho de conclusão.
Mapa do emprego
- Sudeste: São Paulo (capital e interior) e Rio de Janeiro